Com início em Maio de 2007 e conclusão dos trabalhos em dezembro de 2008, o projeto contou com a participação de mais de 20 voluntários
Texto:
Com o objetivo de analisar, verificar e preparar o nível de maturidade em Gestão de Projetos, Programas e Portfólios no PMI São Paulo, o Projeto Maturidade no PMI São Paulo, foi encerrado.
O escopo contemplou todas as diretorias do Capítulo, e, ao término de cada avaliação, os resultados obtidos foram:
- Apresentação do atual nível de maturidade do PMI-SP;
- Capacitação de equipe de voluntários em averiguação de maturidade;
- Relatório de sugestões das melhores práticas a serem implementadas;
- Somente em relação à Diretoria de Eventos Técnicos:
- Melhores Práticas implementadas;
- Nova averiguação de Maturidade.
Confira os principais dados do projeto:
A. Título: Maturidade no PMI São Paulo.
B. Patrocinador do Projeto: Nelson Rosamilha, diretor técnico do PMI São Paulo.
C. Responsável pelo Projeto: Marco Antonio Bakos, coordenador do GET Maturidade do PMI São Paulo.
D. Gerente do Projeto: Odécio Souza.
E. Voluntários:
ALCEU SEIJI YAMAUTI
ALCINO VIEIRA CARDOSO FILHO
ALFREDO ALMEIDA DE ARAUJO
ANDREA PAULA SILVERIO
CARLOS TADASHI IMAI
CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS
DANILO VELLOSO
DELFIN
EDSON LUIZ GONZAGA
ERNANES ALMEIDA
FABIO BERNARDES
FABIO POLONIO
FRANCIS NUNES RMOLI
GERHARD TEKES
MARCIO EMMERICH
MARIA HELOIZA R. MAGRIN
NORIVETE TESCARO
PAULO MORAES
PEDRO AUGUSTO F. DE SOUZA
REGINA BLANCO
REGINA LOBATO
SERGIO GAIDEI ARABAGE
VALTER LIBRAIS JR.
VLADIMIR MININEL
WALDIR JOSÉ MORAES
WALMIR ZUCHETTO
WELERSON R. KANUP
YOLANDA TANIKAWA
F. Prazo Total: 20 meses.
G. Custo Total: R$ 2.200,00.
H. Principais Fases:
Fase 01 – Conscientização das Diretorias do PMI-SP com relação aos processos a serem executados durante o projeto (modus operandi);
Fase 02 – Seleção e Treinamento dos Voluntários para esse projeto;
Fase 03 – Preparação e Aplicação do Assessment para determinar o nível atual de Maturidade para as Diretorias;
Fase 04 – Avaliação do resultado do Assessment das Diretorias;
Fase 05 – Apresentação do Resultado do Assessment para as Diretorias;
Fase 06 – Seleção e Acompanhamento da Implementação das Melhores Práticas e suas respectivas Capacitações para a Diretoria de Estudos Técnicos;
Fase 07 – Verificação e Constatação da Utilização das Melhores Práticas para a Diretoria de Estudos Técnicos;
Fase 08 – Aplicação de um novo Assessment para determinar o nível de Maturidade alcançado após implementação das Melhores Práticas determinadas na Fase 06.
I.Conclusões:
Finalizada a fase 8, constatou-se uma melhoria na ordem de 6 % no grau de Maturidade averiguado na Diretoria de Estudos Técnicos, ou seja, entre o primeiro e o segundo assessment, em função da implementação de algumas Melhores Práticas (fase 7), foi possível averiguar tal crescimento no nível de Maturidade. O Capítulo como um todo atingiu 26%.
O quadro abaixo indica o nível final de maturidade averiguado em cada diretoria:
| DIRETORIA |
% INICIAL |
% PROJETO |
% PROGRAMA |
% PORTFÓLIO |
% GERAL |
Vice-Presidência |
34 |
35 |
7 |
50 |
34 |
Estudos Técnicos |
11 |
34 |
2 |
12 |
17 |
Administrativa |
18 |
22 |
12 |
18 |
18 |
Apoio ao Associado |
28 |
45 |
10 |
26 |
28 |
Financeira |
22 |
48 |
24 |
0 |
22 |
Eventos |
35 |
72 |
7 |
22 |
35 |
MÉDIA PMI -SP |
25 |
43 |
10 |
21 |
26 |
É possível que uma leitura superficial desses números leve a conclusões errôneas. Modelos de Maturidade são um conjunto norteador. Caso a Maturidade fosse de existência comum e usual, tais Modelos de Maturidade deixariam de ter sentido em si.
Além disto, segundo Kerzner (2006), a melhor definição de maturidade deve ser uma contínua compressão de cronogramas e melhorias em estimativas, satisfação dos clientes e acompanhamento do trabalho. Potencialmente esta não é a única conceituação de Maturidade existente e o próprio Kerzner já ofereceu outras (vide o próprio artigo citado, por exemplo). Maturidade, por este prisma, então seria algo constituído por uma busca constante e infinda.
Referências:
Kerzner, Harold, Ph. D, no artigo Maturidade: Fazer ou Morrer [int] (2006), publicado em PM Network – PMI – Fevereiro 2006.
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